Deputado Renato Câmara solicita atualização da remuneração dos servidores da SEDHAST - Jornal Correio MS

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25/11/2021

Deputado Renato Câmara solicita atualização da remuneração dos servidores da SEDHAST

Deputado Renato Câmara
Nesta quarta-feira (24), o deputado estadual Renato Câmara encaminhou uma solicitação ao governo do Estado e à Secretária de Estado de Administração e Desburocratização, pedindo para que seja elaborado junto aos servidores um projeto de restruturação e reorganização do plano de cargos e carreiras dos servidores da SEDHAST (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) e a atualização da remuneração dos cargos de Assistentes de Ações Sociais de níveis médio e fundamental, bem como os de nível superior, como os de Gestores de Ações Sociais.

“Este é um pedido encaminhado pelos servidores da SEDHAST, que solicitam que seja encaminhado o projeto de restruturação e reorganização do plano de cargos e carreiras dos servidores destas pastas, bem como que seja elaborado em conjunto com servidores e que principalmente possa atualizar a remuneração dos cargos de Assistentes, Agentes de Ações Sociais e Gestores de Ações Sociais”, explica o deputado Renato Câmara.

A SEDHAST atualmente conta com 651 servidores efetivos, sendo 302 servidores de nível fundamental, 256 servidores de nível médio e 93 servidores de nível superior. Dos 93 servidores Gestores de Ações Sociais, 49 são especialistas e 06 mestres, demonstrando o grau de excelência no desempenho das funções de uma política pública tão complexa como a de Assistência Social.

Em comparação à outros Estados, a remuneração dos servidores desta pasta em Mato Grosso do Sul tem o menor salário da Região Centro Oeste, apesar de possuir uma das melhores gestões estaduais de Política de Assistência Social do País.

“Solicitamos ao governo do Estado a restruturação e reorganização do plano de cargos e carreiras dos servidores desta pasta, pois estes profissionais tiveram uma atuação de destaque também durante o enfrentamento da pandemia”, enfatiza Câmara.

ASSECOM

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