Em 12 países, Dakila Pesquisas tem observatório único e várias áreas de atuação - Jornal Correio MS

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09/09/2021

Em 12 países, Dakila Pesquisas tem observatório único e várias áreas de atuação

Associação está prestes a completar 24 anos, promovendo desenvolvimento econômico, social, de tecnologias alternativas e divulgação de conhecimentos.

Dakila Pesquisas tem observatório único em MS e que atrai milhares de pessoas ©Dakila/Divulgação
A associação teve início em 1997, ainda chamada de Projeto Portal. Pouco tempo depois, o fundador já estava buscando parcerias, fazendo apresentações e falando sobre o que é hoje a Dakila Pesquisas, com 714 mil associados, entre 4.700 sócios residenciais com seus dependentes, 9.300 participativos e 700 mil contribuintes e milhares de pesquisadores no Brasil e no mundo, foram milhões de simpatizantes que colaboraram esporadicamente com a Dakila Pesquisas.

“Aqui são feitos uma série de treinamentos e tudo isso nos permitiu chegar nesse nível de pessoas e conhecimento. No meu caso, conheci o presidente da associação durante uma palestra no Rio de Janeiro, em dezembro de 1996. Na época, eu ainda morava na Europa, mas, vim até Mato Grosso do Sul com a família e lembro de ficarmos muito impressionados com tudo o que vimos”, afirmou o cientista político e associado Felipe Castelo Branco.
Cientista em uma das sedes da Dakila Pesquisas ©Dakila/Divulgação
Com sede no Mato Grosso do Sul, mais precisamente em Corguinho, a 120 km de Campo Grande, a Dakila Pesquisas também possui núcleos de estudos em São Paulo, Bauru, Andradina, Peruíbe, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Vitória e Natal. No exterior, já está em funcionamento o núcleo de Paris, 2 Núcleos no Paraguai, 3 na Espanha, Bolívia e em formação nos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Chile e Argentina.

No caso dos pesquisadores, que buscam realizar trabalho científico e até mesmo verificar a ocorrência de fenômenos ufológicos, a Dakila está situada no Paralelo 19º latitude sul.

“Podemos dizer que somos uma associação atípica porque não há nada parecido. É um trabalho extremamente sério e que inclusive já foi deturpado na grande mídia. Eu mesmo mudei todos os meus planos, assim que comecei a passar por experiências e ter contatos com os parceiros e as tecnologias”, explicou Felipe.

Ao longo dos anos, a associação passou a construir um observatório astronômico, repassando todo o conhecimento e desenvolvendo tecnologia própria, chamada de ciência lilarial. Desta forma, os profissionais estudam diversas áreas, como matemática, física, astronomia, ufologia, história, medicina, entre outras, buscando respostas para tudo o que é rejeitado pela ciência tradicional.

No local, o observatório é integrado ao Centro Tecnológico Zigurats (CTZ), onde são desenvolvidas tecnologias, algumas já patenteadas inclusive e que possuem o objetivo de objetivo facilitar a rotina do ser humano, além de intercâmbio e parceria com outras agências de pesquisas em diversos países.

“O CTZ localiza-se em um condomínio privado intitulado Zigurats que ainda vai revolucionar bastante, justamente por demonstrar benefícios repassados para todos, além de introduzir tecnologias revolucionárias, como casas antiterremotos e vendavais, enfim, locais a prova de intempéries da natureza e monumentos escalonados”, comentou o cientista.

O monumento ao qual ele se refere possui 15 metros de altura e o segundo, ainda em construção, terá 63 metros e inúmeras aplicações científicas. Além dos estudos, a arquitetura futurista também atrai turistas para passeios com trilhas, montanhas, cachoeiras e no sítio arqueológico e também ufológico.
Associação possui casas de alta tecnologia, na comunidade Zigurats ©Dakila/Divulgação
“Entre os nossos estudos está a argila BKC, analisada em laboratórios de ponta como uma argila única e que possui um princípio ativo pela presença de inúmeros minerais. O uso da argila também está sendo analisado, com a ajuda de parceiras com universidades, em fertilizantes orgânicos e sem nenhuma toxidade mineral, como se houvesse um bioacumulo, transformando alimentos em ultra alimentos.

“Isso sem falar no estudo da argila com ouro monoatômico e também no uso dela em pesquisas com ração animal. Neste caso, o produto é processado de uma maneira específica e se torna extremamente benéfico, enfim, são muitas coisas acontecendo”, ressalta Felipe.

Por fim, ele ainda comenta o nascimento do Bônus Dourados Mercantil (BDM), que é uma criptomoeda, ou seja, uma ferramenta financeira de fácil acesso a toda população e que teve um crescimento de 94% neste período de pandemia, mesmo diante a incertezas.

“Temos aqui um lugar de estudo, de pesquisa, uma incubadora de ideias que “empurram” o desenvolvimento tecnológico e beneficiam muitas pessoas por meio de um grupo fidedigno e preparado para fazer experiências e dar contribuições a nível mundial, realmente para revolucionar o nosso modo de vida”, encerrou.
Dakila Pesquisas realiza eventos e palestras em diversos locais ©Dakila/Divulgação

Quem já conhece sabe, Dakila Pesquisas: a associação que faz a diferença!

E quem quiser se tornar um associado pode acessar o site ou visitar nossas redes sociais.


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