Live com Pazuello põe fim a especulações sobre compra de vacinas, diz Valdir Júnior - Jornal Correio MS

LEIA TAMBÉM

Home Top Ad

03/03/2021

Live com Pazuello põe fim a especulações sobre compra de vacinas, diz Valdir Júnior

©DIVULGAÇÃO
O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e prefeito de Nioaque, Valdir Júnior, considerou produtiva a reunião, por videoconferência, que participou com ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, juntamente com dirigentes de entidades estaduais de municípios e a CNM (Confederação Nacional dos Municípios), na qual ele deu garantias de que o governo irá cumprir o PNI (Plano Nacional de Imunização).

Segundo Valdir Júnior, a mensagem do ministro põe fim a qualquer tipo de especulação a respeito da compra de vacinas no País.

“Foi uma reunião muito produtiva, em que o ministro garantiu em todos os aspectos que o Governo Federal irá cumprir o Plano Nacional de Imunização, e acaba com qualquer especulação sobre compras das vacinas”, avaliou o dirigente, que tem acompanhado com atenção as discussões em torno de ações visando conter o avanço da pandemia da Covid-19 (novo coronavírus).

O dirigente disse ainda que os municípios irão respeitar o pacto federativo apoiando o PNI, pois nenhum deles é melhor que o outro.

“Os prefeitos pediram para que o Ministério da Saúde emita uma nota para esclarecer sobre a compra de vacinas”, acrescentou o presidente da Assomasul.

Durante a live, Pazuello, disse também que pretende fechar ainda neste dia a compra da vacina da Pfizer.

O ministro não informou quantas doses do laboratório devem ser compradas. Em apresentações recentes a prefeitos e governadores, Pazuello disse que a negociação seria por 100 milhões de doses, mas com a entrega de uma primeira parcela de 8,71 milhões de doses em julho. O restante, entre outubro e dezembro.

Por outro lado a Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (2) um projeto para que a União possa assumir as responsabilidades por eventuais efeitos adversos de vacinas da Covid-19.

Trata-se de exigência da Pfizer e da Janssen que o governo vinha apontando como abusiva.

Por: Willams Araújo

***