PANDEMIA| MS já vacinou mais de 16 mil pessoas contra Covid-19, apontam autoridades de saúde - Jornal Correio MS

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22/01/2021

PANDEMIA| MS já vacinou mais de 16 mil pessoas contra Covid-19, apontam autoridades de saúde

O número de vacinados é referente aos últimos quatro dias, com base nos dados das secretarias estadual e municipal (Campo Grande) de Saúde.

Idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência institucionalizados, indígenas aldeados e profissionais da saúde que atuam na linha de frente do combate a Covid-19, fazem parte do grupo prioritário em MS ©SES/Divulgação
Ao todo, em quatro dias, Mato Grosso do Sul vacinou 16.775 pessoas. Os dados são das secretarias estadual e municipal (Campo Grande) de Saúde (SES e Sesau). Segundo a SES, no estado foram vacinados 11.400 pessoas, porém, este número não leva em conta o quantitativo de imunizados na capital, que é de 5.375 indivíduos.

Dos dados do estado, o quantitativo por grupo é: 7,9 mil profissionais de saúde; 2,3 mil indígenas; 783 idosos institucionalizados. A Sesau não soube descriminar os números por cada grupo prioritário.

Entre os municípios que enviaram as informações para a SES, Três Lagoas apresenta o maior número de imunizados, com 765 doses aplicadas, em seguida vem Dourados com 720 pessoas, Corumbá com 615 e Aquidauana com 533 pessoas imunizadas.

A secretaria estadual informou que recebeu dados da imunização de 69 municípios. Dez cidades não enviaram a relação de quantas pessoas foram imunizadas na primeira semana, sendo elas, Campo Grande, Aral Moreira, Camapuã, Corguinho, Laguna Carapã, Porto Murtinho, Rio Verde, Santa Rita do pardo e Sete Quedas.

As primeiras 158 mil doses da vacina contra a Covid-19 chegaram na Base Aérea de Campo Grande (MS) por volta das 15h15 na segunda-feira (18), em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

Com as 158.760 doses de CoronaVac recebidas por Mato Grosso do Sul, o estado deve conseguir vacinar no máximo 79.380 pessoas, considerando a aplicação de duas doses do imunizante. Esse total representa somente 67% do primeiro grupo prioritário.


Por José Câmara, G1 MS

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