Deputado Evander Vendramini vai pedir apoio de Bolsonaro para combater queimadas no Pantanal - Jornal Correio MS

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13/08/2020

Deputado Evander Vendramini vai pedir apoio de Bolsonaro para combater queimadas no Pantanal

©ARQUIVO
O deputado estadual Evander Vendramini (Progressistas) informou hoje, 13, durante a sessão parlamentar, que pedirá apoio ao presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) para o combate aos incêndios e queimadas na região pantaneira de Mato Grosso do Sul. O deputado vai aproveitar a visita de Bolsonaro a Corumbá, prevista para o dia 18 de agosto.

Além do pedido informal que fará na próxima semana, Evander protocolou um requerimento a ser encaminhado ao Governo Federal e ao Ministério do Meio Ambiente, semelhante ao enviado ontem aos órgãos competentes de Mato Grosso do Sul, para que informem sobre ações e projetos para o combate aos incêndios e queimadas no Pantanal.

De acordo com Evander, é preciso que haja ações de combate definitivo às grandes queimadas durante a época de estiagem, entre julho e setembro, quando os focos de incêndio fogem ao controle devido ao número de ocorrências ser superior à capacidade do efetivo da Polícia Militar Ambiental. A área pantaneira sul-mato-grossense é de cerca de 97,5 mil quilômetros quadrados, o que dificulta o trabalho da PMA de fiscalizar e combater os focos, bem como multar, repreender e deter os culpados.

“Se for possível, vou solicitar ao presidente Bolsonaro que, junto aos órgãos competentes, desenvolva uma política definitiva de combate e fiscalização dos incêndios, para impedir que o nosso Pantanal pegue fogo durante a estiagem. Corumbá, Ladário, Miranda, Coxim, Aquidauana, Anastácio, toda a região pantaneira vivencia essa catástrofe todos os anos. Só quem vive nessas cidades sabe como é difícil conviver com a quantidade de fumaça no ar”, pontuou.

O parlamentar afirmou que essa política de combate deve ser tomada durante o ano todo. “Não adianta fazer apelos aos governos Estadual e Federal para mandarem aviões e apoio de brigadas de incêndio somente nesses momentos críticos porque até chegarem lá, a fauna, flora e a população dessas áreas já foram prejudicadas. É preciso uma política definitiva”, reforçou Evander.

Por: Adriana Viana