Presidente e relator da CPI Energisa alinham próximos passos para retomada dos trabalhos - Jornal Correio MS

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07/07/2020

Presidente e relator da CPI Energisa alinham próximos passos para retomada dos trabalhos

©DIVULGAÇÃO
Acompanhando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, as atividades de campo da CPI Energisa também foram temporariamente suspensas por conta da pandemia do Coronavírus. Entretanto, os deputados estaduais Capitão Contar e Felipe Orro, relator e presidente da Comissão, respectivamente, seguem trabalhando por seu breve retorno. “A CPI Energisa precisa continuar! Seguimos firmes nesta missão ao lado dos sul-mato-grossenses.”, frisa o relator da Comissão.

Mesmo com os contratempos, seja do período da pandemia ou das intervenções jurídicas da Energisa, para impedir os trabalhos da CPI, os parlamentares têm unido esforços para que a Comissão tenha uma resposta para os cidadãos sul-mato-grossenses, que continuam a reclamar dos serviços da concessionária. “As reclamações dos consumidores não param. É algo que precisa de resposta. Devemos isso à população. Precisamos voltar com a retirada dos relógios e fazer com que estes equipamentos sejam periciados. Seguindo os critérios técnicos e de biossegurança”, explica Contar.

Devido à pandemia, os trabalhos da CPI Energisa estão suspensos até o dia 31 de agosto, mesmo período das sessões presenciais da ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul).

Reclamações

De acordo com dados do Procon/MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul), a empresa Energisa teve 521 reivindicações entre janeiro e abril deste ano. Dos assuntos indagados pelos consumidores estão: cobrança indevida ou abusiva; dúvidas sobre cobrança, valores, reajuste, contratos e outras relacionadas a acesso ao serviço, além de resolução de demandas pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).

Se ainda não bastasse, a partir do dia 1º deste mês, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou o aumento na tarifa de 6,9%, sendo o maior percentual do país. “Não é justo que mais essa conta caia no colo do cidadão sul-mato-grossense, que já arca com tantas tarifas e impostos, principalmente em meio à crise econômica e de saúde”, finaliza.

ASSECOM