POLITICANDO| Por Jota Menon - Jornal Correio MS

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09/07/2020

POLITICANDO| Por Jota Menon


15 DE NOVEMBRO

Aprovada a PEC do adiamento por 40 dias da eleição 2020, o pleito eleitoral inicialmente marcado para 4 de outubro, foi transferido para o dia 15 de novembro. Caso haja necessidade de segundo turno esse será realizado no dia 29 de novembro.

PEC PROMULGADA

Muita gente andou comentando que o presidente deveria sancionar a PEC da mudança da data da eleição. Ocorre que propostas de emendas constitucionais são assuntos privativos dos legislativos e, logo, o Executivo não sanciona, mas, sim, o Legislativo promulga.

NOVOS PRAZOS

Com a nova data da eleição, os pré-candidatos a cargos eletivos terão esticadas as datas constantes da legislação eleitoral, em especial da Lei das Inelegibilidades. Prefeitos que são candidatos à reeleição, por exemplo, já não poderiam participar de solenidades de inauguração desde o último sábado se o calendário antigo fosse mantido. Com a PEC, eles ganham mais 40 dias para fazer política sem serem importunados pela Justiça Eleitoral.

NOVO PRÉ-CANDIDATO

Quem estava no maior quieto era o vice-prefeito Joares Sanches que parecia não querer mais nada com política. No fim da semana passada, contudo, ele foi a público e, por meio da Rádio Cidade FM 104, anunciou solenemente que é pré-candidato a prefeito pelo PSL, sendo, portanto, até agora o único pré-candidato de um partido de fato alinhado com o presidente Jair Bolsonaro. Promete dar trabalho!

CONVERSAÇÕES

Por falar em pré-candidaturas há fortes boatos de que pelo menos três pré-candidatos deverão rever o posicionamento e saíram da disputa. Dois deles, por sinal, fizeram muito barulho, jurando que não arredavam o pé da condição de candidato. O terceiro nome não foi tão barulhento e já se esperava que sua pré-candidatura era apenas balão de ensaio.

FOI NUNCA TER SIDO

O ex-ministro da Educação, Carlos Decotelli (foto), anunciou pedido de demissão na manhã do último dia 30, cinco dias após ser nomeado para cargo pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele confirmou a saída ao jornal Folha de São Paulo. A demissão foi a maneira encontrada pelo governo federal para encerrar a crise criada com as incorreções no currículo divulgado por Decotelli que entrou literalmente para os anais da história como “aquele que foi sem nunca ter sido”.
Carlos Decotelli
VIVA PORCO!

E com a gurizada me chamando para comer uma macarronada à bolonhesa, típica comida dos italianos que habitam esse Brazilzão, vou terminando minha coluna semanal saudando o maioral dos maiorais: viva o Porco!

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