COLUNA POLITICANDO| Por Jota Menon - Jornal Correio MS

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31/07/2020

COLUNA POLITICANDO| Por Jota Menon


DE ALTA 

Após passar alguns dias “de molho” na cama de um hospital acometido pela Covid-19, o ex-senador Delcídio do Amaral, presidente estadual do PTB, recebeu alta médica e já se encontra convalescendo em sua residência em Campo Grande. 

COVENGUE 

Delcídio ficou internado no Hospital da Cassems onde foi descoberto que, além da Covid-19, ele também estava com Dengue. De bom humor, o ex-senador usou de neologia para definir a doença em dose dupla: “Inovei! Hoje soube que estou com “Ccovengue” {um híbrido de Covid-19 com Dengue}, escreveu. Mas, devido à gravidade da doença, ele justificou a abordagem. “Desculpem a brincadeira, mas só assim pra levar adiante e manter a cabeça aprumada”. 

ARREPENDIDO 

Um decreto assinado pelo prefeito de Rio Brilhante, Donato Lopes da Silva (PSDB), chamou a atenção dos moradores e está causando polêmica nas redes sociais do município. A medida determina que os descontos do seu próprio salário e também de secretários e assessores que seriam usados no combate à pandemia do Novo Coronavírus sejam devolvidos. 

ARREPENDIDO 1 

O prefeito Donato, por meio de decreto, reduziu em 50% os subsídios dos cargos dele mesmo e do vice-prefeito, e em 20% dos salários dos funcionários e servidores comissionados DAS-1, DAS-2, DAS-3, CAI-1 e CAS – 1. Só foram poupados os que estavam lotados na área de Saúde. Agora, arrependido da medida, publicou novo decreto autorizando a devolução da parte dos salários descontados em folha. 

ARREPENDIDO 2 

Segundo o decreto, devido à saúde financeira do município, “fica autorizado ao Recursos Humanos a devolução dos valores descontados nos meses de abril/2020. Maio/2020 e junho/2020 a serem devolvidos na competência de julho/2020”. É o que diz o artigo primeiro do Decreto 28.656 assinado pelo prefeito. Uma coisa é certa: ele vai ter de se espernear para convencer o povão a aceitar a medida descarada! 

QUEDA NA ARRECADAÇÃO 

As receitas dos clubes de futebol do Brasil devem cair entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,9 bilhão neste ano — em 2019, o faturamento total foi de R$ 6,4 bilhões. A estimativa consta da versão 2020 do mais tradicional estudo sobre a situação financeira dos 27 maiores clubes nacionais, feito pelo Itaú BBA. 

BEM E MAL DAS PERNAS 

O levantamento aponta que desde 2019 há uma espécie de nova ordem do futebol brasileiro. Não há mais a divisão entre os grandes e pequenos ou entre os times regionais e os nacionais. O jogo agora se dá entre dois polos. Em um estão os “economicamente equilibrados” — com o Flamengo, o Palmeiras, Grêmio, Athletico Paranaense, Bahia, Ceará, Fortaleza e Goiás. E no outro, os “financeiramente caóticos” — neste caso, o cordão é puxado por dezenas de clubes que estão em estado de calamidade. 

VIVA O PORCO! 

Não coloquei a lista dos “quebrados” para que alguns gambalinos não venham falar que minha coluna persegue. Mas, por exclusão, quem é inteligente saberá onde os gambás se encontram. E viva o Porco”

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