CASO CARLA| Sem parentes, calmo e educado: ‘Nunca suspeitei dele’, diz moradora sobre vizinho assassino - Jornal Correio MS

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15/07/2020

CASO CARLA| Sem parentes, calmo e educado: ‘Nunca suspeitei dele’, diz moradora sobre vizinho assassino

Marcos André foi preso por equipes do Batalhão de Choque

Casa onde Marcos manteve corpo de Carla por vários dias
“Nunca suspeite dele”, disse uma das moradoras vizinhas de Marcos André Vilalba de 21 anos, que acabou preso, na última segunda-feira (13), no bairro Tiradentes por equipes do Batalhão de Choque ao ser identificado como quem sequestrou e matou Carla Magalhães, de 25 anos. O servente de pedreiro era visto como uma pessoa calma e educada.

O servente de pedreiro não estava sob qualquer suspeita, já que foi grande surpresa para os moradores da região que ele fosse o assassino da jovem.

Nem mesmo o dono da conveniência, onde o corpo da Carla foi deixado sem roupas, acreditou que Marcos teria cometido crime tão cruel. “Não acredito que tenha sido o Marcos por que se fosse ele teria que ter enganado muita gente”, disse Benedito Carlos de 68 anos.

A dona da casa que Marcos alugava disse que o rapaz era servente de pedreiro, que veio de Bela Vista para trabalhar e que não recebia visitas, além das do patrão. “Ele era uma pessoa extremamente educada, calma”.
Prisão

Marcos André foi preso na noite de segunda (13) pela Polícia Militar que já tinha informações sobre a possível autoria do crime. O servente de pedreiro foi preso por volta das 22 horas, e ainda tentou correr, mas acabou alcançado e detido pelos policiais. Na casa de Marcos foi encontrado pelos policiais, um lençol sujo de sangue ao lado de um fogão e uma máscara suja de sangue. A motivação para o crime ainda não foi revelada.

Uma das hipóteses levantada pela polícia é de que Carla poderia ter sido vítima da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), no tribunal do crime, no entanto, não há informações sobre envolvimento de Carla com a facção criminosa.
©REPRODUÇÃO
Carla estava desaparecida desde o dia 30 de junho, quando saiu para ir a um mercado na companhia de uma amiga. No dia do sequestro ela teria gritado por socorro. Ela teria gritado que estava sendo sequestrada antes de ser levada. A mãe da jovem estava assistindo televisão quando ouviu os gritos e ao sair, Carla já tinha sido levada.

A polícia investigava o sequestro e imagens de câmeras de segurança que ficavam em uma padaria já tinham sido analisadas, mas como as imagens estavam prejudicadas não tinha como ver o carro que havia levado a jovem. Áudios captados das imagens do dia do sequestro mostram que Carla teria sido levada por duas pessoas.
Lençol com marcas de sangue da vítima

Fonte: Midiamax
Por: Thatiana Melo