Bolsonaro determina ao MEC que crie projeto para proibir ideologia de gênero nas escolas - JORNAL CORREIO MS

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04/09/2019

Bolsonaro determina ao MEC que crie projeto para proibir ideologia de gênero nas escolas

Presidente fez o anúncio na manhã desta terça-feira por meio de sua conta pessoal no Twitter

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O presidente Jair Bolsonaro que proibir a chamada “ideologia de gênero” nas escolas de ensino fundamental do país. Nesta terça-feira (3/9), pelo Twitter, afirmou que vai solicitar ao Ministério da Educação (MEC) um projeto de lei que tenha como resultado tal proibição.

“O AGU se manifesta sobre quem compete legislar sobre IDEOLOGIA DE GÊNERO, sendo competência FEDERAL. Determinei ao @MEC_Comunicacao, visando princípio da proteção integral da CRIANÇA, previsto na Constituição, preparar PL que proíba ideologia de gênero no ensino fundamental”, escreveu o presidente.

A determinação do presidente vem logo após alunos da rede pública de São Paulo receberem material com conteúdo sobre o tema. Os alunos do 8º ano, têm em suas apostilas um vasto material que ensina sobre ideologia de gênero e sexo na adolescência.

Logo no início do caderno de ciências, os estudantes já se deparam com o item “Adolescência e Sexualidade”, que traz depoimentos de adolescentes (de faixas etárias entre 14 e 17 anos), sobre suas primeiras relações sexuais.

As páginas trazem ainda ilustrações sobre como utilizar as camisinhas masculina e feminina, “ensina” quanto “custa” um bebê (a apostilha sugere que professores peçam aos alunos para procurarem o preço das roupinhas dos bebês, além de berço, colchões, entre outros).
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Depois da repercussão do material e de diversas reclamações por parte de pais, o governador João Doria disse, nesta terça-feira (3) ter sido alertado do “erro inaceitável” no material escolar dos alunos do 8º ano e disse que solicitou o imediado recolhimento das apostilas.

“Solicitei ao Secretário de Educação o imediato recolhimento do material e apuração dos responsáveis. Não concordamos e nem aceitamos apologia à ideologia de gênero”, informou.

Fonte: MSNews