Servidores pedem o apoio dos parlamentares nas negociações com o Executivo - JORNAL CORREIO MS

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23/05/2019

Servidores pedem o apoio dos parlamentares nas negociações com o Executivo

Jaime Teixeira, presidente da Fetems, utilizou a tribuna da Casa de Leis a convite de Pedro Kemp
Representantes de sindicatos dos servidores estaduais que trabalham na Educação do Estado utilizaram a tribuna da Casa de Leis nesta manhã (23), a convite do deputado estadual Pedro Kemp (PT), para solicitar o apoio e a intermediação dos deputados estaduais nas rodadas de negociações salariais junto ao Governo do Estado.
Jaime Teixeira informou que a tabela paga aos servidores é defasada
Jaime Teixeira, presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), considera que a tabela paga aos auxiliares educacionais está muito defasada. “Estive aqui há 15 dias e também na audiência pública para falar dessa situação. Quantos trabalhadores sobrevivem com essa quantia, de menos de um salário mínimo? Essa tabela deve ser revista. E ainda recebem liminar proibindo 2/3 do efetivo de entrar em greve, mesmo com o pior salário de servidor administrativo estadual? Peço o apoio de vocês, parlamentares, para que não votem a aprovação enquanto o governo não discutir as particularidades de todas as categorias”, declarou.
"Não dá mais para continuar assim", afirmou Wilds Ovando
Wilds Ovando, presidente do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) fez um apelo aos deputados estaduais. “Desde 2017 estamos nesta novela e ainda não saímos do lugar, não consigo entender o governador conceder um reajuste de mais de 15% para si mesmo e alegar que não é possível o reajuste salarial dos servidores públicos. O absurdo é ainda usar a justiça para intimidar a categoria, pois estamos no 4º dia de greve e os trabalhos estão sendo prejudicados, a greve continua até uma resposta do Executivo. É preciso encontrar uma solução que nos contemple, se possível um projeto que, ao menos, nos dê uma previsão de incorporação deste abono salarial, não apenas a prorrogação”, considerou.

Por: Christiane Mesquita