Deputado Amarildo Cruz lamenta discurso de ódio e intolerância de Bolsonaro - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

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25/10/2018

Deputado Amarildo Cruz lamenta discurso de ódio e intolerância de Bolsonaro

©Divulgação
O segundo secretário da Assembleia Legislativa de MS, deputado estadual Amarildo Cruz (PT) usou a tribuna nesta quinta-feira (25) para repudiar, mais uma vez, as declarações do candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro. O parlamentar lamentou ainda o apoio dos candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul em apoiar sua eleição.

“Não entendo a decisão dos candidatos ao governo do nosso Estado em apoiar alguém que seja a favor da tortura, do preconceito, da discriminação, entre tantos outros absurdos declarados por Bolsonaro”, criticou o parlamentar.

Amarildo Cruz disse que o antipetismo não pode ser usado de justificativa para propagar o ódio na sociedade. “O que está acontecendo com a nossa sociedade? Disseminar o ódio e a intolerância a quem pensa diferente de nós, simplesmente por não concordar com um partido político, é muito grave, é injustificável. Nunca vi uma nação avançar quando não se tem a liberdade de pensar e agir diferente do outro”.

O parlamentar seguiu o discurso defendendo a liberdade de expressão, a manutenção dos direitos adquiridos ao longo dos anos com muita luta, especialmente dos trabalhadores, e afirmou não acreditar em um regime de exceção. “Me choca ver as pessoas tratarem isso como pouca coisa. Tem muita gente acuada, com medo do que está por vir caso esse candidato vença as eleições. Nesse momento grave que estamos vivendo, precisamos buscar o exercício da democracia e, se quisermos fazer do Brasil um País melhor, não podemos aceitar esse retrocesso. Votar no Haddad não é dar vitória ao PT, mas é defender e dar dignidade às pessoas, é nos posicionarmos contra a barbárie que estão querendo instalar no nosso País”,

O deputado Amarildo Cruz falou ainda que para reconstruir os estragos de um governo ditatorial leva-se muito tempo e finalizou parafraseando São Francisco de Assis: “onde houver ódio, que eu leve o amor“.

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