PDT oficializa chapa pura e Odilon é o 1º candidato ao cargo de governador de MS - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

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21/07/2018

PDT oficializa chapa pura e Odilon é o 1º candidato ao cargo de governador de MS

Odilon disse que não vai criar impostos©Marcos Ermínio
Com a justificativa de ‘afastar rumores’, o PDT oficializou o nome do juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira, e do empresário douradense, Herbert Assunção, como candidatos governador e vice-governador, respectivamente, numa composição majoritária de chapa pura para a disputa das eleições de outubro.

Protagonista da convenção estadual, Odilon relembrou sua trajetória de vida e disse que veio para Mato Grosso do Sul fugindo da seca no nordeste e ‘em busca de sobrevivência’, e agora precisaria ‘retribuir’ o Estado que ‘lhe acolheu’.

Na visão de Odilon, governar o Estado ‘é fácil’. “Não tem nada de complexo. Basta ter habilidade”, disparou o pedetista. “E eu entrei para a política para ter um espaço maior para dedicar a vida para as causas do povo”, emendou.

O presidente regional da sigla, deputado federal Dagoberto Nogueira, fez questão de ressaltar que a convenção desta sábado (20), serve para afastar rumores da desistência de Odilon de disputar o governo.

Críticas

A LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2019, já aprovada na Assembleia, prevê um orçamento para o próximo ano de cerca de R$ 15 bilhões, o que é ‘muito dinheiro’, na avaliação do candidato.

“Vamos combater a corrupção como forma de proteger orçamento”, frisou Odilon, que elencou educação, saúde, segurança pública e habitação, como metas principais de um eventual governo pedetista.

O agora candidato criticou a construção do Aquário do Pantanal, afirmou que foram gastos R$ 300 milhões na obra, dinheiro que poderia ter sido usado na regionalização da saúde, na construção de 4,4 mil casas de 64m2, ou na abertura de 800 leitos em hospitais do Estado.

O juiz aposentado prometeu que, se eleito, não vai aumentar impostos, mas pretende atrair empresas para aumentar arrecadação e aumentar a fé dos empresários. “Não basta conceder benefícios fiscais e exigir propinas de 30%. Não é papel do estado trazer empresas para o propinoduto”, finalizou.

Fonte: Midiamax
Por: Ludyney Moura