Novo comandante do Batalhão de Trânsito da Capital promete mais rigor na Lei Seca - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

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09/04/2018

Novo comandante do Batalhão de Trânsito da Capital promete mais rigor na Lei Seca

Meta é diminuir números de acidentes e impactos nos recursos públicos

Tenente-coronel Franco Alan deve ficar no comando do BPTran nos próximos dois anos ©Valdenir Rezende
Com novo comandante à frente do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito de Campo Grande, os motoristas devem esperar uma fiscalização mais rigorosa a partir desta semana. O tenente-coronel Franco Alan da Silva Amorim assumiu o cargo hoje (09) pela manhã e afirma que sua gestão será pautada nos pontos cruciais para um trânsito seguro.

“Prevenção é um deles. Vamos focar toda a energia de trabalho com o fortalecimento da Lei Seca e prevenção às vidas. Diariamente estaremos nas ruas fazendo blitzes para diminuir os acidentes que impactam negativamente nos gastos públicos”, ressaltou. 

O aumento da fiscalização humana contará com um efetivo maior, principalmente aos finais de semana. “Temos o policiamento ordinário de acidentes de trânsito e o extraordinário para operações, como a Lei Seca. Aí são deslocados equipes do administrativo e teremos o reforço dos 400 militares que estão no curso de cabos e sargentos, que precisam fazer estágio no Batalhão de Trânsito. Fora isso contamos com os agentes do Detran”. 

A expectativa é que os números melhorem nas próximas semanas. “Com essa força tarefa que acaba auxiliando nas atividades, vamos ser bem incisivos no combate à direção com álcool”, concluiu. O tenente-coronel Franco Alan, assume o lugar do tenente-coronel Claudemir de Melo Domingos Braz que ficou pouco mais de dois meses interinamente no cargo.

Segundo o comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Waldir Ribeiro Acosta, a escolha do novo comandante se deu por sua experiência na área. “Ele já foi subcomandante aqui e tem conhecimento de como funciona o trabalho. Estava lotado no Detran e conhece a realidade do nosso trânsito. O Franco Alan deve ficar dois a três anos no comando. Depois desse período há a substituição natural, com a promoção de coronéis”.

Alegando que os números do trânsito na Capital estão positivos, Waldir espera mais. “Falta consciência do condutor. Podem ter dez mil agentes de trânsito, mas se o condutor não for consciente, não tem como colocar um policial para cada motorista. Por isso fazemos o trabalho educativo para quem conduz veículo e fiscalizamos se eles cumprem a legislação de trânsito”.

Dentre os principais motivos de acidentes, o comandante elenca a ultrapassagem proibida, excesso de velocidade e conduzir o veículo alcoolizado. “Já estão sendo feitas várias campanhas educativas, porém no dia-a-dia o cidadão esquece ou burla a legislação. Por isso temos que continuar o trabalho que estamos fazendo”.

O efetivo está com curso em andamento e o número de servidores para 568.417 automóveis em Campo Grande deve aumentar. “Após o curso de formação desses policiais vai haver a designação para unidades operacionais e parte vai para o trânsito, conforme a necessidade. Atualmente temos 140 policiais militares no 17º Batalhão de Trânsito(BPTran), sendo que 120 fazem a parte administrativa e educativa.”

Fonte: CE
Por: Gabriela Couto