MPMS realiza a “7ª Feira do Artesão Livre – Edição de Natal” - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

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06/12/2017

MPMS realiza a “7ª Feira do Artesão Livre – Edição de Natal”


Começou, nesta terça-feira (5/12), a “7ª Feira do Artesão Livre – Edição de Natal”, que reúne peças confeccionadas por internos de presídios da capital.

A exposição, realizada pela 50ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, em parceria com a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Poder Judiciário, Ministério Público Estadual e Conselho da Comunidade de Campo Grande, ficará aberta à visitação do público até o dia 7 de dezembro, no saguão do Fórum Heitor Medeiros, localizado na Rua da Paz, 74, Jardim dos Estados, das 12h às 19h. A entrada é gratuita.

O projeto possui vários objetivos, dentre eles o de expor à sociedade um dos trabalhos laborais existentes no sistema penitenciário sul-mato-grossense, que possibilita ao custodiado desenvolver habilidades manuais, além da expectativa de uma profissão digna e geradora de renda.
© Divulgação
Segundo a Promotora de Justiça, titular da 50ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, Renata Goya, a feira é de fundamental importância para a ressocialização dos internos “Esse evento só ocorre se todos engajam nessa causa, que parece pequena, mas tem um objetivo muito grande. É um objetivo que não se esgota na venda de um artesanato, e sim em toda vontade, união e valorização dessas pessoas que se encontram em estabelecimentos penais”, destaca.

Para a Promotora de Justiça e Presidente do Conselho da Comunidade Regina Dörnte Broch, a feira é uma possibilidade que os detentos têm para a reinserção na sociedade: “Essa parceria do Conselho de Campo Grande junto ao sistema prisional é fundamental e muito valiosa, a gente sabe o quão difícil é a recuperação dos presos e o quão difícil é o trabalho que fazemos no dia-a-dia na execução penal. Todo e qualquer trabalho que possa ser feito no sentido de restabelecer um convivo, uma reinserção com a sociedade, é muito bem-vindo”, concluiu a Promotora de Justiça.

As peças de cunho artesanal que compõem a exposição estão classificadas nas seguintes categorias: bordados, esculturas no sabão, cerâmica, produtos variados de crochê, arte com recicláveis, entre outros, e foram confeccionadas por detentos do Instituto Penal de Campo Grande, Presídio de Segurança Máxima, Centro de Triagem, Presídio de Trânsito, Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi” e Estabelecimento Penal Feminino de Regimes Semiaberto e Aberto de Campo Grande.

Toda a renda dos trabalhos será revertida ao próprio custodiado e à sua família.

Fonte: ASSECOM