Detran-MS pode abrir concurso de TI para suprir falta de servidores - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

LEIA TAMBÉM

Post Top Ad

25/09/2017

Detran-MS pode abrir concurso de TI para suprir falta de servidores

Departamento de tecnologia segue sem titular, após ação do Gaeco

© Cleber Gellio
A falta de servidores especializados da área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito) pode levar o órgão a abrir um concurso na área, o que ainda depende do aval do governo do Estado.

O atual diretor-presidente do Detran, Roberto Hashioka (PSDB), revelou, durante agenda pública na governadoria na manhã desta segunda-feira (25), que apenas a Diretoria de TI do órgão segue sem substituto, após a Operação Antivírus, que culminou com a queda da então cúpula do departamento.

Segundo Hashioka, a escolha será “visando a meritocracia e funcionário de carreira”. O tucano revelou que há um número de servidores muito restrito, e que a carência tem sido suprida por pessoas de outras áreas com afinidade com TI.
Serviço

Em maio deste ano, o site Jornal Midiamax noticiou que todo setor de TI do governo estadual, o que inclui o Detran, está nas mãos de empresas terceirizadas, já que antes de deixar o governo, em 2014, o ex-governador André Puccinelli (PMDB) extinguiu a carreira de TI (Tecnologia da Informação) no âmbito da administração estadual, deixando todos dados fiscais e pessoais de servidores e do próprio governo nas mãos de empresas terceirizadas, algumas investigadas pela Polícia Federal e pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual). Atualmente, para cada servidor efetivo da área há cerca de 10 terceirizados.

Para o sindicato que representa a categoria, o SPPD-MS (Sindicato dos Profissionais de Processamento de Dados e Tecnologia da Informação de Mato Grosso do Sul), apesar das empresas terceirizadas cumpriram a legislação trabalhista, o governo está ‘vulnerável’, já que dados sigilosos que envolvem desde a arrecadação estadual até detalhes pessoais dos servidores são gerenciados por pessoas sem nenhum vínculo com o Poder Executivo e sem estabilidade no emprego.

Fonte: Midiamax
Por: Ludyney Moura e Kleber Clajus