Filho da presidente do TRE-MS é transferido para clínica do interior de São Paulo - JORNAL CORREIO MS

Campo Grande (MS),

LEIA TAMBÉM

Post Top Ad

28/07/2017

Filho da presidente do TRE-MS é transferido para clínica do interior de São Paulo

Breno Borges ficou preso em Três Lagoas (MS) até o dia 21 de julho por suspeita de tráfico de drogas e porte ilegal de arma, além de um mandado de prisão.

Filho de desembargadora Breno Solon Borges (Foto: Reprodução/TV Globo)
O jovem Breno Solon Borges, filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul e desembargadora Tânia Garcia Borges, foi transferido para uma clínica em Atibaia, no interior de São Paulo, depois da Justiça substituir a prisão pela internação.

A produção da TV Morena entrou em contato com o Tribunal de Justiça para saber se a defesa comunicou a transferência de Breno da clínica de Campo Grande para a paulista, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Breno foi preso no dia 8 de abril quando foi flagrado com 129 quilos de maconha, 270 munições de fuzil e uma arma, sem o porte, tentando levar para São Paulo. Ele estava com outras duas pessoas.

No dia 14 de julho, o desembargador Ruy Celso Barbosa Florence concedeu uma liminar para internação do suspeito em uma clínica na capital sul-mato-grossense. A decisão liminar foi confirmada por dois votos a um, na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.

O desembargador José Ale Ahmad Netto, que também deu habeas corpus em decisão liminar, se declarou impedido de votar no colegiado. O único a votar contra a saída de Breno da prisão foi o desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marques, que considerou o crime de tráfico de drogas grave demais para permitir a liberdade do réu.

A decisão do corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro João Otávio Noronha, é de abrir uma investigação para avaliar o andamento do processo que tirou da cadeia e transferiu para uma clínica psiquiátrica o filho da desembargadora.

O corregedor quer saber se o andamento do processo dentro do Tribunal de Justiça seguiu a lei. Segundo a Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul (Amansul), o CNJ não vai avaliar o mérito da decisão, apenas o trâmite do processo.


Fonte: G1
Por TV Morena